Senhor, lembra-te da nossa ruína


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1 Na beira dos rios de Babilônia, nós nos sentamos a chorar, com saudades de Sião.


2 Nos salgueiros ali perto penduramos nossas cítaras.


3 Lá os que nos tinham exilado pediam cânticos, canções alegres, os nossos opressores:
“Cantai para nós um cântico de Sião!”


4 Como cantar os cânticos do Senhor em terra estrangeira?


5 Se eu te esquecer, Jerusalém, fique paralisada a minha mão direita;


6 minha língua fique colada ao paladar se eu perder tua lembrança, se eu não puser Jerusalém
acima de qualquer outra alegria.


7 Lembra-te, Senhor, contra os filhos de Edom, do dia de Jerusalém; eles diziam: “Arrasai-a,
arrasai-a até os alicerces!”


8 Filha de Babilônia, devastadora, feliz quem te devolver o mal que nos fizeste!


9 Feliz quem agarrar e esmagar teus recém-nascidos contra a rocha!

S A L M O S

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Somos Católicos Agostinianos Leigos, integrantes do  Núcleo Nossa Senhora das Graças - Rio de Janeiro - RJ -  Paróquia Nossa Senhora das Graças - Vicariato Nossa Senhora  da Consolação do Brasil

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